Comi a casada novinha de Curitiba

Qual marido não sonha em ser corno? Através de outro conto recebi o e-mail de Mauro. Relatou que tinha 24 e sua esposa Kelly 20 anos. Eram casados a 3 anos e ele tinha a fantasia de ser corno, queria liberar Kelly para outro comer.
Sempre que conheço algum casal, principalmente, procuro conhecer, entender a situação, pois, tem muito marido desesperado , e suas esposas nem sabe o que esta acontecendo.
Mauro me disse que ele havia sido o segundo homem de Kelly, que ela tinha um namoradinho e ela contava como dava para ele e deixava Mauro louco de tesão. Ai surgiu a vontade de ser corno, mas Kelly tinha medo, da insegurança e sigilo.


O que orientei a Mauro era mandar alguns contos meus para Kelly ler, e o resultado foi imediato, eles começaram a fantasiar comigo na cama. Como deixo o e-mail ,logo recebi um de Kelly querendo me conhecer melhor, trocamos watts e a conversa foi fluindo.

Kelly me contou a fantasia do marido, e que ela queria apenas uma vez, pois, tinha medo de acabar o casamento, mas ela tinha vontade de dar para outro, mas queria que fosse sem Mauro, para contar apenas depois para ele, assim, era a fantasia dos dois.
Marquei de conhecer Kelly, nos encontramos no parque Barigui, encostei o carro e logo ela apareceu, estacionando ao lado do meu. Estava o dia chuvoso e Kelly correu para meu carro, quando entrou tive a bela surpresa, de uma loirinha, 1,60m cabelos longos, olhos verdes, seios pequenos, cinturinha fina e uma linda bunda redondinha.
Ela estava nervosa, mas fui descontraindo e deixando ela a vontade, ela falou que seu marido não sabia que ela estava ali, que queria sair comigo, mas depois decidia se contava ou não para o marido, e que ela sentia uma vontade imensa de se sentir putinha.
Logo o primeiro beijo rolou, mãos bobas, até ela tirar meu pau para fora e dar uma bela chupada, falei para irmos a algum motel , no Barigui tem vários, ela topou na hora.
Chegamos no hotel, ela veio me beijar e chupar meu pau novamente, que loirinha linda, tipo ninfetinha, segurava ela pelo cabelo e comecei a socar na boca de, ela babava, tentava fazer garganta profunda e não conseguia se afogava, mas era insistente, mandava ela chupar, chupa sua putinha, não era isso que queria ser e socava o pau em sua boca.
Segurando pelo seu cabelo, levantei ela e despi, tirei cada peça de roupa e tive a maravilhosa visão daquele tesão de mulher, deitei ela na cama , aquela bucetinha rosadinha, depilada, babava tesão. Beijei sua boca, desci pelo seus pescoço, chupei aqueles peitinhos pequenos, durinhos, chupava com força, vi que deixei alguns chupões naquela pele branquinha.
Continuei descendo até chegar em sua buceta, lambi ao redor, dava leves mordidas, , quando cheguei em seu clitóris já estava durinho, suguei ele, dei leves lambidas até aumentar o ritmo, enfiei dois dedos em sua buceta, tocando na parte superior levemente, e no mesmo ritmo de minha língua, meus dedos mexiam, não demorou muito e Kellly levantou a cintura anunciando seu primeiro gozo, não deixei ela relaxar, para não perder o embalo, ainda com os dedos dentro da bucetinha voltei a mexer, mas as lambidas eram mais leves, sabia que seu clitóris estava sensível e com a facilidade de arrancar o segundo gozo.
Kelly, passou a mão em sua bucetinha e chupou os dedos, pedindo para eu come-la.
Coloquei a camisinha, encostei a cabecinha, e levemente fui entrando naquela bucetinha apertada e novinha, logo estava inteiro dentro dela, socando e socando, Pedi a Kelly ficar de quatro, queria ver aquela bunda linda arrebitada, logo ela virou encostei o pau e deixei deslizar. Comecei a socar, segurei forte em seu cabelo e elogiava ela falando que era uma puta safada, vadia, que seria minha puta para sempre, com a outra mão dava tapas naquela bunda redonda e branquinha, que estava já vermelha com minhas digitais desenhadas, minhas socadas eram mais fortes e Kelly pedindo para eu foder ela, quando senti ela parar e morder meu pau, estava gozando novamente.
Kelly deitou-se de costa, ainda por cima dela não tirei o pau de sua bucetinha, continuei socando nela, mas agora falando em seu ouvido o quanto era gostosa e vadia, e onde ela queria porra.
Kelly disse sou sua puta faz o que quiser comigo, mandei ela se ajoelhar, tirei a camisinha e mandei ela chupar, logo anunciei meu gozo, ela colocou a língua para fora, e tomou o primeiro, segundo jato na garganta, ainda chupando, tirou o resto de porra de meu pau.
Fomos ao banho, o tesão era tanto que logo começamos a nos pegar, estava passando sabonete em Kelly e fui lavar sua bunda redonda e arrebitada, comecei a dedilhar seu cuzinho, ela me olhou e falou que eu era safado, e perguntei se poderia comer sua bundinha, ela disse se eu for paciente sim, pois ainda ninguém comeu. Claro que seria, o mais paciente, não perderia de comer uma bunda linda como aquela, beijava seu pescoço e encostei a cabecinha na sua bundinha, ela rebolava, e falando besteira ao seu ouvido ela se entregava mais, logo passou a cabecinha, deixei ela acostumar, tirei um pouco, coloquei novamente, assim, ela ia laceando e acostumando, coloquei a cabecinha e deixei ela fazer o resto, ela rebola ao ritmo da música que tocava na rádio, ela deu um grito e escorregou tudo. Perguntei se estava bem, ela disse sim, pediu para não tirar queria se acostumar. Comecei a falar no seu ouvido, coisas sacanas, queria fazer ela esquecer da dor, elogiei ela, e que nunca havia visto uma bunda tão linda, e queria encher ela de porra. Falando estas palavras comecei o vai e vém, Kelly me segurava firme pelo braço, perguntei se podia continuar, ela me olhou e disse, me arromba, me fode, já entrou agora soca que quero você e sua porra no meu cuzinho. A pedido dela enrolei a mão em seu cabelo, ela encostada na parede do banheiro comecei ao socar, que tesão, que loirinha linda, que bunda, meu pau já entrava e saia fácil, mas sabia que por mais puta que ela queria ser, não ia judiar muito dela, ela só falava que queria porra no rabo, a pedido de Kelly enchi seu cuzinho de porra, deixei meu pau relaxar naquela rabo lindo e fui tirando lentamente, deu para ver que ela estava arrombada.
Terminamos o banho, e Kelly me contava que seu marido queria muito comer seu cuzinho, por que também era apaixonado pela bunda dela, mas ele não a tratava como puta na cama e ela queria sentir isso. E como ele queria ser corno, uniu o útil ao agradável.
Kelly me falou que era universitária e que todo mundo queria comer ela na faculdade, pela sua bunda chamar tanto a atenção, mas ela se dava o respeito por ser casada e não traia o marido, até hoje, rs.
Kelly foi se vestir e viu os chupões, estava toda marcada naquela pele branquinha, disse que não teria jeito e teria que contar ao marido agora, dei o maior apoio, pois, casal unido aprontam mais.
Saímos do motel deixei Kelly em seu carro com o agradecimento, do sigilo, por ter cuidado dela e feito ela se sentir puta, falou que teria volta dependendo da reação do marido, rs.
A note seu marido me mandou mensagem, agradecendo, principalmente por ter comido o lindo rabo de sua esposa, me mandou algumas fotos de quando ela chegou em casa arrombada. Pediu se eu poderia comer ela sempre, que ele liberava, falei que com certeza eu iria comer aquela bunda novamente.
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