Comendo a amiga gostosa da minha sogra

Olá amigos tudo bem? desta vez vou contar sobre um momento que mais dia menos dia chegaria. O dia em que Amélia, amiga de minha sogra, descobriu que nós estávamos transando às escondidas, e acho que ela somente chegou a esta descoberta numa armação de minha sogra e ela.

Estava em casa sozinho num sábado, pois minha esposa havia ido para o curso de pós-graduação que ela fazia, eu aproveitava para ajudar e dar um jeito na casa, meu filho dentro do berço no quarto, e eu ali concentrado nos meus afazeres. Foi quando chegou minha sogra só de biquíni em minha casa e me pediu para encher a piscina pois ia aproveitar o sol.

Montei a piscina no quintal, coloquei a mangueira d’agua e voltei para dentro de casa. Minha sogra estava com minha criança no quarto, e quando voltou para a sala falou que ele havia dormido no berço. Falou e já veio me abraçando e beijando; foi um dos hábitos que acabamos adquirindo após o inicio de nosso relacionamento as escondidas. Muitas vezes comia minha esposa de madrugada, e de manhã cedo indo para o trabalho já passava pela casa de minha sogra para lhe satisfazer pela manhã, quando não ia de manhã e quando voltava a noite. Tem momentos que eu acho até que minha esposa já sabia de tudo, mas não falava nada, afinal de contas era a mãe dela. Ou seja, foi um segredo que foi para o tumulo com minha esposa e eu nunca fiquei sabendo.

Minha sogra ali, de biquíni na minha frente, com suas pernas grossas, seus seios durinhos e maravilhosos, aquela bundinha redondinha e que bucetinha suculenta, meu deus… Minha sogra tinha na época seus 48 anos, eu 44, e ela colocava muita menininha no chinelo.

Ela ali na minha frente não deu para segurar, coloquei minha mão em sua nuca, e dei-lhe um beijo gostoso, apaixonado, e ela para retribuir passava a mão em minha piroca, por cima no meu short, a mesma já completamente dura e estufando o meu short.

Não demorou muito e minha sogra ajoelhou-se e colocou minha piroca para fora e começou a chupá-la gulosamente; eu quis ir fechar a porta da sala, mas minha sogra disse que não tinha problema, pois ninguém poderia ver nada do que estava acontecendo dentro de casa. Foi então que relaxei, deitei no sofá e minha sogra subiu por sobre mim, e enterrou minha piroca todinha na sua bucetinha. Impressionado como sua bucetinha já havia se adaptado com minha piroca. O cuzinho ainda ficava um pouco avariado após eu meter minha piroca grande nele, mas a bucetinha já havia se acomodado.

Estamos ali na minha sala entregues, minha sogra somente com parte de cima do biquíni, me cavalgando a piroca no sofá, e eu ali gozando feito um louco. Quando então, de surpresa entra na minha casa a Amélia, amiga de minha sogra, e já começa falando alto:

– O que é isso? Que pouca vergonha é essa? O que estávamos fazendo com a minha esposa? Isso era errado!

Minha sogra sai de dentro de mim, e quando tirou minha piroca de dentro, escorreu um monte de porra que eu já havia gozado dentro dela. Ela foi logo falar com a Amélia que o que ela viu era um segredo meu e dela, e que ela não deveria ligar ou falar sobre o que viu.

E minha sogra disse, lembra do homem da piroca deliciosa e grande que falei com você? Ela era o meu sogro, falou isso segurando minha piroca e dando um beijo e colocando a cabeça dela na boca, em frente a Amélia. Amélia disse: mas vocês são loucos, como podem fazer isso sem que ela desconfie de nenhum dos dois? Foi quando eu falei: se ela estiver bem comida, nunca vai sentir diferença em casa, e afinal das contas, eu estou transando é com a mãe dela, não é qualquer uma.

Amélia ainda sem entender o que se passava, foi quando minha sogra me fez um sinal e eu fui e abracei a Amélia, que no início estava relutante em ficar abraçada a mim, mas minha sogra disse, deixa de ser boba, você mesma disse que queria conhecer e sentir este caralho dentro da sua buceta, sentir ele derramando muita porra quente. Pois então, ele está aí do seu lado agora.

Amélia olhava para mim e para minha piroca sem saber o que fazer. Minha sogra tomou a iniciativa e colocou a mão dela na minha piroca e soltou a bermuda dela, a deixando só de calcinha. Amélia começou a me dizer, como isso cabe dentro de uma buceta? Foi isso que fez o estrago no cuzinho da val? Ela me mostrou um dia. Nossa Valéria é uma menina de sorte ter casado com um macho como você. Ia dizendo isso me fazendo uma punhetinha, o que fez minha piroca, meio flácida, fica uma tora endurecida novamente.

Amélia estava atordoada com minha piroca na mão, e senti que começou a salivar olhando para ela. Eu disse: vai deixa de ser boba, tira esta roupa e me deixa chupar esta bucetona que você tem aí no meio das tuas pernas. Tua calcinha já está toda molhada, parece até que você mijou nela.

Amélia tirou a roupa meio sem jeito e pude ver que minha sogra estava a anos-luz na frente dela, mas era uma mulher que comeria com vontade.

Amélia se recostou no meu sofá e abriu as pernas para que eu pudesse ver aquela bucetona que ela tinha. Era daquelas bucetas beiçudas, onde na parte superior se formava tipo uma flor, e a entrada da buceta era bem definida. Seu cuzinho se via estar maltratado, mas que também seria arrombado por mim. Comecei a chupar aquela buceta, colocando minha língua bem no fundo dela, e de vez em quando, chupando o seu cuzinho, Amélia se remexia feito uma louca, dizia ser uma puta por estar sendo comida por outro homem. Já ficando doido para gozar me levantei e mandei que ela chupasse minha piroca que eu ia gozar na boca dela. Minha sogra se afastou dizendo que iria olhar meu filho no berço, então colocou minha piroca bem na boca de Amélia e disse: CHUPA VADIA! Ela começou meio descoordenada, num momento colocando tudo dentro da boca, até me machucando com seus dentes, num outro momento lambendo como se fosse um sorvete. Minha sogra voltando e vendo aquilo disse: não, não é assim! Olha só como se chupa uma píroca de um macho. E começou a me chupar de uma forma que eu comecei a sentir tesão por aquele momento. Chamou Amélia e as duas juntas começaram a me chupar, e, os amigos que ora estão lendo este conto, sabem como é gostoso ser chupado por duas mulheres… Suas línguas buscavam cada uma o seu espaço, ora se tocavam, ora se beijavam. Uma tirava a piroca de dentro da boca da outra, mas na hora que eu avisei que iria gozar, minha sogro logo tirou minha piroca da boca e praticamente enterrou minha piroca na boca da Amélia, que sem saber o que fazer ficou de boca aberta esperando os jatos de esperma; engasgou-se logo, jatos foram parar na cara dela , nos olhos e cabelos.

Ela fez cara de gosto ruim, e minha sogra perguntou, você nunca chupou a piroca do Juan (ex-marido da Amélia), ela disse que uma vez, mas não era uma piroca enorme como a minha, e que ela sempre gozava nos seus peitos. O gosto é estranho salgado, parece com água sanitária.

Minha sogra, disse, você vai se acostumar logo, logo. Meu genro vai ensinar a você o que é fuder. Disse isso com um sorriso nos lábios e piscou para mim.

Coloquei Amélia na posição frango assado, olhei sua buceta empapuçada do gozo dela, ponteei minha piroca e empurrei com força… Aquela buceta que tinha os beiços voltados para fora, logo os colocou para dentro. Pensei que fosse mais larga um pouco como a sua boca, mas me enganei, e acabei fazendo Amélia gritar de dor e começara a chorar pedindo que eu tirasse minha piroca de dentro dela. Minha sogra foi na cozinha e voltou com o pote de margarina, tirou meu pau para fora e o encheu de margarina, e colocou dois dedos dentro daquela buceta. Amélia com medo que fosse doer de novo tentava fugir, mas minha sogra a segurou com força e mandou que eu empurrasse de novo naquela bucetona. Com a margarina tudo foi mais fácil, minha piroca praticamente deslizou para dentro daquela buceta e comecei dando estocadas fortes e viris, mas sentia que eu chegava ao fundo daquele útero, pois batia no fundo, e ela urrava de dor quando isso acontecia. Minha sogra para amenizar chupava seus peitos, dava-lhe beijos e mais beijos de língua, e então senti que Amélia dava sinais de estar gostando e gozando com aquela situação. Avisei a ela, vou gozar de novo, só que desta vez vou gozar na buceta dela.

Ela delirava e dizia, goza, meu macho, goza nesta buceta que você arrombou, fode e goza dentro desta sua puta, meu cavalo, meu macho! Não resisti e gozei muito, mas muito mesmo.

Fiquei um tempo me recobrando até que retirei minha piroca de dentro dela. Minha gente como saiu porra e sangue! Minha sogra caiu de boca chupando tudo, até o que caiu no chão da sala.

Deitei ao lado da Amélia, e ficamos nos beijando os três. Num momento fiquei observando minha sogra e ela, uma chupando a buceta da outra. Amélia agradecendo a minha sogra por ter deixado que eu a comesse, ela a muito tempo não tinha uma foda tão boa como aquela; foi quando minha sogra disse, agora você vai conhecer a melhor parte, o seu cuzinho sendo aberto, alargado, rasgado.

Amélia disse que tinha medo, uma experiência de umas semanas antes, um camarada praticamente lhe rasgou as pregas do cu, e estava se recuperando. Minha sogra logo se levantou, a virou de costas e disse: não senhora, sem frescuras Amélia, você vai dar o cuzinho para o meu genro e ponto final. E começou a botar manteiga no buraquinho da Amélia e na minha piroca.

Para atiçá-la disse: olha só como meu genro come o meu cuzinho, e olha que meu buraquinho é pequeno como o seu. O segredo está na lubrificação e em rebolar para ele entrar gostoso. E comecei a colocar minha piroca no cuzinho de minha sogra que começou a chorar um pouco, mas logo veio o gozo intenso, e derramei minha porra no seu cuzinho. Quando tirei, e começou a escorrer porra de dentro de seu cuzinho, minha sogra chamou Amélia e disse, me lambe! Amélia fez cara de nojinho, mas minha sogra a pegou pelos cabelos e praticamente afundou a boca dela na porra que escorria de seu cuzinho.

Sai de cima da minha sogra e passei mais um pouco de manteiga na minha piroca, enorme, dura, pulsante, e coloquei Amélia de quatro. Ela choramingava e pedia, se doer pelo amor de Deus para, não enfia. Eu disse, está bem, farei isso (farei porra nenhuma).

Minha sogra cismou e entrou por baixo dela e começou a chupar sua buceta, que ainda vertia corrimentos da minha porra de dentro da Amélia. Ponteei minha piroca para a entrada daquele cuzinho, achei engraçado que ele de tanto prazer de ser penetrado, piscava. Comecei a empurrar e realmente aquele cu era pequeno e apertado. Minha piroca encontrava dificuldades em fazer minha chapeleta da rola entrar naquele cu. Amélia começa a dar sinais de dor, pois gritava baixinho, tá doendo, tá doendo, tá doendo. Mas para terminar logo com aquilo, a segurei com força pela cintura, minha sogra que estava por baixo dela, chupando sua buceta, percebendo o que eu iria fazer, segurou suas pernas, e então não pensei duas vezes, fiz a empurrada final, com força total. Amélia arregalou os olhos e sentiu minha piroca entrando e rasgando tudo. Gritava alto, os meu vizinhos com certeza perceberam alguma coisa, minha sogra teve de sair debaixo dela e tapar sua boca com um pano; Amélia com os olhos esbugalhados, chorando copiosamente, e eu iniciando devagar o movimento de entra e sai daquele cu, e fui aumentando aos poucos a rapidez, minha sogra tirou o pano de sua boca, pois os olhos de Amélia já não estavam mais esbugalhados, pelo contrário, reviravam-se de prazer. Aquela filha da puta estava começando a aprender a gozar pelo cu.

E num momento pediu, soca com força esta piroca dentro de mim, filho da puta, me faz gozar, arranca o buraquinho do meu cu com esta piroca!

Gente, 15 minutos depois, eu estava gozando naquela bunda. Derramando muito leite, muita porra, e minha sogra chupando a buceta, mandou que eu tirasse o meu caralho com cuidado, pois assim que ele saísse ia colocar a boca na bunda dela para beber toda a porra que eu derramei lá. Fiz isso, e ela logo começou a beber minha porra direto da bunda da Amélia, e num momento, com a boca cheia de porra, beijou Amélia e deu meu esperma para ela beber também.

Estava cansado para caralho! As duas ficaram beijando-se e lambendo-se e após todo mundo recuperado, me lembrei da piscina que deixei enchendo. Já tinha transbordado e inundando meu quintal.

Minha sogra subiu para pegar um biquíni para Amélia, que resolveu ficar para pegar um sol. Quando voltou me pegou comendo de novo a bunda da Amélia (que cuzinho guloso), e ainda brincou, dona Amélia, esta piroca é minha e da minha filha, não vai gastar ela também não.

Juntas nós vamos fuder esta piroca mais algumas vezes, mas sozinha, só se eu deixar o meu genro, está certo? E o que aconteceu aqui é segredo nosso. Amélia concordou, mas não cumpriu a promessa, pois acabei comendo aquele cu e aquela buceta mais vezes, uma até no dia que o marido dela havia morrido, mas isso vai ser contado em outro momento.

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