Uma enfermeira fogosa afim de muita putaria

Carlinha é uma enfermeira morena e casada, em torno de 42 anos, decepcionada com a instituição do casamento, e que mantém o marido dentro de casa por ele não ter como se sustentar. Já fazia mais de um ano que ele se transformou num estorvo dentro de casa, e não via mais motivos e nem tinha tesão em transar com ele que estava desempregado e reclamando de tudo. Resolveu se cadastrar no site Badoo em 2011, e por lá me encontrou alguns meses antes de eu encontrar minha namorada atual, a Marina.

Conversa vai, conversa vem, e marcamos para teclarmos pelo skype que era mais fácil dela acessar do que o site do Badoo, que tinha bloqueios no trabalho, e em casa nem sempre tinha o marido distante o suficiente para uma conversa mais gostosa.

Nos encontramos conectados numa noite e depois de uma boa conversa marcamos de nos encontrar na zona norte de São Paulo, próximo de sua casa, onde conseguiria chegar depois das 14hs voltando do trabalho naquela quinta-feira. Cheguei no horário combinado, e a vi sentada num banco próximo ao ponto de ônibus, me aguardando. Liguei pra ela avisando que estava na outra ponta da praça, e ao me avistar, levantou-se e caminhou até meu carro. Sugeri um motel numa rodovia próxima, e para lá seguimos depois de um curto beijo no rosto, já que estávamos num lugar público e o filme dos vidros do carro nem eram tão escuros assim.

Após entrarmos no motel, seguimos para a vaga, e ao fechar o toldo, ela saiu do carro em direção à porta do quarto, pude apreciar seu bumbum e embora não fosse vistoso naquele uniforme, pareceu-me que poderia me surpreender mais soltinho. Tranquei a porta do quarto, e dei-lhe um curto beijo, enquanto colocava minhas coisas na mesa, e ligava o ar condicionado do quarto. Sempre que fui a um motel, procurei tirar minha blusa para evitar algum problema como manchas de batom que pudesse me complicar ao voltar pra casa, e não fiz diferente desta vez.

Ao tirar a camisa, ai sim abracei-a com mais vigor, e fui direcionando seu corpo até a cama, enquanto ia soltando seu blazer e demais peças do uniforme do hospital em que trabalhava. Coloquei seu blazer numa cadeira e passei a massagear seus seios fartos, que estavam a pronunciar mamilos grandes e cheios de tesão, e passei a desabotoar os botões da camisa, enquanto percebia sua respiração mudar para um estado mais ofegante. Assim que comecei a abaixar sua calça, perguntei se tinha algum problema, e surpresa, me disse que não e quis saber o motivo da pergunta. Respondi que estava sentindo sua respiração diferente, e sua calcinha molhada, disse que estava com um vazamento gostoso escorrendo nos meus dedos, e sorrindo me disse que não era pra menos, já estava há quase 6 meses sem transar, e tinha fantasiado bastante aquele momento nos últimos 15 dias em que estivemos conversando.

Terminei de remover sua calça, ela retirou a minha também e meu calçado e meias, e nos deitamos. Passei a mamar vigorosamente seus seios tesos e grandes, e a cada passada de língua ela gemia ardentemente o que somente aumentava meu tesão e o dela também.

Como ela já sabia que eu tinha alguma dificuldade em gozar durante o oral, foi por ele que ela iniciou nossa brincadeira, disse que queria ser a responsável pela minha iniciação… não conseguiu, se bem que tentou bastante. Em seguida deitou-se de costas e pediu para que a penetrasse bem fundo, não estava aguentando mais de tesão em ser penetrada, e não pensei duas vezes. Me ajudou a colocar a camisinha e me puxou para cima dela, que já estava com sua buceta muito ensopada. E não demorou muito em gozar gostoso, gritando muito, era uma de suas especialidades gemer e gritar, e fazia isso com muita propriedade. Depois de foder bem gostoso sua bucetinha encharcada, demos uma pausa e perguntei se o que havíamos comentado antes de sair ela realmente tinha tesão, me referindo ao seu rabinho. Ela afirmou que sim, mas que queria que eu colocasse bem devagarinho porque ela já estava sem fazer há algum tempo, e embora estivesse gostando muito de meu pau, tinha achado ele grosso demais e tinha medo que eu a machucasse. Trocamos alguns beijos, e em seguida pedi para ela colocar uma nova camisinha porque eu queria experimentar seu rabinho, e com um sorriso safado no rosto, não hesitou em auxiliar-me, tão pouco em arrebitar sua bunda e novamente lembrar que era para ir bem devagarinho.

Dei uma mordidinha em sua bunda e passei um pouco de gel que ela tinha trazido, e passei a massagear seu rabinho com a cabeça de meu pau, e para quem tinha algum receio, tinha também uma boa dose de tesão porque abriu seu cuzinho bem gostoso pra me receber. E depois dele dentro, retomou sua fase de gritos e gemidos, era muito safada naquela posição, e não demorou pra me pedir que desse tapas em sua bunda, o que com certeza eu fiz com gosto já que pela sua pele ser morena não ficava nada aparente as marcas após cada tapa, muito pelo contrário, minha mão que estava ficando vermelha de tanto ela pedir.

Ela gozou gostoso, e depois de uma pausa fomos tomar nosso banho e em seguida me pediu para foder novamente seu rabinho, o que foi prontamente atendido, eu estava gostando dos gritos e gemidos que ela pronunciava e não ia perder aquela oportunidade.

Depois do segundo gozo no seu rabinho, o horário começou a ficar mais adiantado, ela olhou as horas em seu relógio e perguntou se eu ficaria muito chateado em irmos embora, e com minha concordância, me deu um beijo gostoso, e pediu para marcarmos novamente na semana seguinte, porque estava gostando de voltar a ativa. Fomos tomar nosso banho e levei ela embora até um local mais próximo de sua casa, onde ainda pegaria um ônibus a tempo de fazer o jantar dos filhos e marido.

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