Vou casar, mas dou pra outro

O quase quarentão professor pega a aluna pelo braço e a obriga entrar numa sala vazia. Nota-se que a bela adolescente está zangadíssima e seus belos olhos azuis faíscam de raiva ao encarar o professor a sua frente;
– Me deixa em paz, Bruno! Minha vida está tomando um rumo certo e voce quer estragar tudo!
– Mas…mas, Joana, voce não percebe o erro que está cometendo? Por que voce vai casar com ele?
– Porque estou cansada de tuas promessas. E também…voce não vai assumir minha gravidez!
– Voce poderia abortar! Eu cuidaria de tudo…


– Deixa de ser canalha, Bruno! Voce só me quer pra teu prazer sexual. Quero ver se voce me comer quando eu ficar barriguda!
– Minha querida… minha querida! Não chore! Eu quero voce de qualquer jeito! Eu amo voce. Eu só acho que é uma besteira voce ter um filho aos dezessete anos e se casar por causa disso!
– Não enrola, Bruno! Eu te conheço. Voce não me ama. Voce só quer o meu corpo, minha juventude. Pra ser mais precisa… voce ama minha bunda!
O professor baixa a cabeça com ar contrariado por não fazer Joana compreender o quanto poderá ser difícil casar e ter um filho assim tão cedo. Ela e Bruno se tornaram amantes há dois meses. Por ironia, a mãe dela a flagrou tranzando com o namorado o que desencadeou toda essa história de casamento.
Foi Bruno que se encantou primeiro da bela Joana, de corpo fenomenal e Rainha dos Calouros. Ele não sabia que Joana tinha visto sua amiga Eliza chupando a rola dele dentro carro, e desde então ela se imaginava estar no lugar da amiga.
Sem um saber da paixão recíproca pelo outro, foi questão de tempo dos dois se aproximarem e a natureza se encarregar de fazer os hormônios deles ferverem.
Bruno a deflorou e nas duas vezes seguintes Joana aprendera a fazer de tudo com exceção de dar a bunda. O professor foi preparando aos poucos sua aluna para acomodar sua imensa e grossa rola no seu apertado e rosado cusinho.
Depois de fazê-la gozar intensamente lhe chupando a bocetinha, Bruno sempre a virava de bruços e se deleitava em brincar com a língua ao redor do anus dela. Só parando quando penetrava pelo menos um centímetro no franzido anel.
Primeiro só o dedo do meio da mão de Bruno ficava circulando ao redor do sol de preguinhas. Com a continuação, duas falanges ficavam introduzidas com Bruno sentindo através da fina película de carne, sua rola deslizando pela xaninha de sua aluna.
Na vez seguinte, dois dedos foram introduzidos. Na terceira vez, Joana gaguejando e suspirando, pediu pra que ele enfiasse os dedos no seu cusinho. Foi então que Bruno soube que Joana estava preparada para ser enrabada.
Joana se destacava das outras belas alunas devido as voluptuosas curvas que tinha e a protuberante bunda que se assemelhava mais a de uma mulata do que uma branca.
Os cabelos escuros contrastavam com a pele alva e os olhos azuis, quase escuros. Os seios eram bastos, o suficiente para encher completamente a mão dele e ainda sobrar um pouco. As auréolas eram enormes, rosadas e com pequenos mamilos.
Joana não tendia a ter muito cabelos pelo corpo. Era interessante como seus pentelhos eram poucos e de cor castanha, como a cor de mel. E doce era sua xaninha.
– Jô, me escuta! Voce não tem que se casar. Ninguém pode obrigar voce a fazer isso! Nem sua mãe!
– É que voce não a conhece! E, pára Bruno! Pára de me atormentar! Acabou tudo. Me deixa em paz! Deixa eu me casar e pronto! Vai embora agora, vai!
-Está bem. Se é assim que voce quer… Mas, ainda acho que voce deveria me ouvir…
Bruno está manobrando seu XRT quando avista Joana vindo em sua direção protegida por uma sombrinha. Ele se alegra e Joana pára ao lado da janela em vez de entrar no carro, como ele esperava.
Em vez disso, com a mão livre, Joana levanta lentamente a saia do uniforme escolar, desvendando a sua xotinha coberta pelo fino tecido da calcinha. O professor se vê envolvido naquela atmosfera libidinosa e o aroma da bocetinha de sua aluna o enlouquece.
Ali mesmo, ele lança seu braço pela janela do carro e apalpa a bojuda nádega e puxa Joana para si até que seu rosto se cola ao púbis da sensual ninfeta.
Joana leva a cabeça para trás, levando no rosto os respingos da chuva fina, enquanto sente tremores com a língua de seu professor serpenteando pelas lábias de sua xaninha.
– Pára, Bruno, pára! Deixa eu entrar que esta vai ser a última vez que voce me chupa!
Mas, uma vez lá dentro, Joana procura pela barguilha da calça de seu professor, apressada em lhe sacar a rola pra fora. Ao mesmo tempo ela avança com a boca aberta e salivando procurando pela boca de Bruno.
Ele ajuda a retirar a imensa verga e deixa roçar nos bicos dos seios dela. A língua de Bruno penetra na boca de Joana que é logo chupada com avidez. Mas, isso não é o bastante. Joana sente necessidade de mais músculo sedoso a lhe encher a boca. Ela procura pela estranha sensação da rigidez muscular do pênis pulsante na própria língua enquanto sua saliva se mistura aos pequenos esguichos de líquido expelido pela glande.
No meio dos seios de Joana já se vê rastros brilhantes desses esguichos. Bruno sente o arfar de gozo que Joana solta ainda com a boca grudada a dele. Logo ela interrompe o beijo, soluçando e arfando como se estivesse perto do gozo. Suas duas mãos agarram o caralhão de Bruno pela base e a boca ovalada cai em cima da glande, sugando todo o líquido que ali está.
Em pouco tempo, Joana está com metade da rola lhe enchendo a boca e com baba escorrendo por entre os lábios, deixando o bolotudo saco brilhando de saliva.
Bruno não tem controle do vulcão de esperma que explode, subindo pelo túnel de sua rolona e inundando a boquinha de Joana, que tenta não perder uma só gota.
Quanto mais Bruno esporra, mais a boca de Joana engole sua verga até quase atingir a base de seu saco. O urro dele é tão alto que dava pra se ouvir fora do carro. Ele joga a cabeça pra trás e dá os longos e últimos espasmos de seu intenso gozo dado por sua bela aluninha.
Joana está entre as coxas de seu professor dando lambidas nas gotas de esperma que ela não conseguiu engolir e se espalham pelo tronco da rola, saco e virilha, como ela normalmente faz.
De repente a porta do lado de Joana se abre e uma mãe indignada agarra a filha pelo braço, puxando-a para fora do carro dizendo impropérios.
– Seu canalha! Desvirtuador de menor! Vou lhe colocar na cadeia, desgraçado! Não sai daí que já venho acertar as contas com voce, seu desqualificado!
Parece brincadeira mas foi exatamente isso que Bruno fez. Ficou esperando pela mãe de Joana. Quando ela veio, apenas se inclinou na janela e não lhe deu alternativas.
– Meu marido tem contatos e podemos lhe por na cadeia sem escândalos. Ou voce se muda desta cidade.
– Mas… mas… me desculpe, mas quem é voce?
– Sou a sra Elza, seu cretino! Sou a mãe da jovem inocente que voce seduziu! Aaaah, deus me proteja por eu não matá-lo agora!
– Mas, dona Elza, nós sabemos que não fui eu o primeiro…Joana já é uma mulher… e sabe muito bem o que faz!
– Mentira! Mentira, seu calhorda! Voce se aproveitou da fraqueza dela! E ainda é um tremendo filho da puta, pois sabe que ela está de casamento marcado! Eu te mato, seu escroto, eu te mato!
Apesar de toda a tensão nervosa, Bruno percebe o quanto é bonita e voluptuosa a mãe de sua aluna. O formato dos bojudos lábios enquadrando os brancos e perfeitos dentes de uma boca demonstrando ódio, simplesmente a faz parecer mais bela ainda. O rubor natural em sua face deixa Elza mais sedutora ainda.
– O que vai ser, canalha? Cadeia ou sumiço da cidade?
– Eu vou embora da cidade. Mas preciso de tempo. Tenho esposa e filho.
– Tem dois dias.
– É impossível…
– Vire-se!
Ainda assustado, Bruno não deixa de perceber o volumoso ondular das nádegas da mãe de sua aluna, se afastando apressadamente em direção ao próprio carro.

Minha vida mudou completamente desde o momento em que peguei minha filha Joana fazendo sexo oral no professor dela. Joana estava com quase dezessete anos e os dois estavam dentro do carro dele, quando tive coragem de ir até lá e resgatar minha filha daquele ato indecoroso e indigno. Era assim que eu pensava na época.
Naquela tarde estava chuviscando e o estacionamento do colégio de Joana tinha poucos carros. Eu fui buscá-la para irmos fazer algumas compras pro casamento dela. Eu já tinha estacionado quando vi minha filhinha de sombrinha na mão se aproximar da janela de um carro e levantar a saia. Uma mão e um rosto surgiram de dentro do carro e minha filhinha foi puxada para perto da janela onde o rosto se acomodou em seu monte de Venus.
Passado os primeiros minutos de susto, fui até lá e fiz um pequeno escândalo, exigindo que o professor deixasse a cidade ou eu o denunciaria por sedução de menor.
Dei dois dias para que ele se virasse, mas foi com surpresa que duas horas depois ele me telefonava dizendo que ia partir naquela noite mesma. Eu queria ver pra acreditar.
Assim, sem dizer nada pro meu marido, fiz com que ele me acompanhasse até a rodoviária, com a promessa de lhe contar tudo direitinho. Eu me imaginava como a heroína da família e que todos iriam eternamente me agradecer.
No estacionamento fomos abordados por três jovens que deram uns cascudos em meu marido e me arrastaram pra outro carro. O motorista era o professor de minha filha.
Eu sentei entre dois jovens no banco de trás.
– O que voce está fazendo, professor Bruno? Isso é seqüestro! Isso é coisa pior do que o que voce fez com minha filha! Voce vai pra cadeia, com certeza!
– Voce não tem um mínimo de auto-crítica, não é? Tu achavas mesmo que eu deixaria minha família, meu trabalho e tudo que construí aqui por causa de uma simples ameaça de uma mãe doidivanas? Deixa de ser burra, ó Elza!
– Eu te denunciaria por sedução de menor e voce iria pra cadeia, seu canalha!
– Tu não entendes mesmo! O escândalo só prejudicaria tua filha! O casamento dela iria pras picas, bobona!
– Seu cachorro filho da puta! Eu te mato!
Tentei avançar com as unhas em riste pra lhe pegar os cabelos quando fui retida pelos dois jovens. Eles me agarraram pelo tecido da blusa e com o meu súbito movimento pra frente, acabou estourando os botões e rasgando um pouco a frente.
Um dos meios seios ficou meio fora do sutiã, ao mesmo tempo em que eu era puxada pra trás pelos cabelos.
O jovem que me segurava firmemente pelos cabelos esperou que o outro viesse com a boca até meu seio, mordiscando meu mamilo, para depois me beijar com sua língua nervosa.
Eu sabia o que ia acontecer. Eu seria estrupada, violentada e eu não poderia reagir de forma nenhuma. O medo tomou conta de mim e comecei a chorar convulsivamente. Eu me transformei completamente. Antes, altiva e dona de si, agora eu me humilhava, implorando que não contaria nada se eles não me machucassem, etc etc.
Enquanto eu falava chorando, olhando pra todos eles, os dois jovens sem se importarem, colocaram suas grossas manjubas pra fora das calças. Eu não percebi quando cada um pegou uma mão minha e fez com que eu rodeasse com os dedos seus respectivos cacetões.
Ali começou minha transformação. De chorosa e tagarela eu fiquei muda e quieta com uma rola em cada mão, parecendo duas brasas cilíndricas. Parecia que o calor emanado por elas me acalmava.
– Isso… isso, minha tia, isso! Agora faz pra cima e pra baixo! Isso… assim mesmo! Tá gostando, titia, tá? Sinta ele pulsando. Sentiu?
E eu como uma paspalha, balançava a cabeça afirmativamente. Eu estava também admirada com o tamanho e grossura delas. Meu deus, só de pensar que esses anos todos eu achava que os pênis masculinos eram do mesmo tamanho!
O que tinha beijado meu seio antes, carinhosamente pôs a mão em meu rosto e me beijou ternamente os lábios. Sua rola pulsou mais forte em minha mão, quando senti meu mamilo ser chupado com força pelo outro rapaz e sua rola dar um repentino pulo que quase me escapou dos dedos.
Este rapaz sabia tocar uma mulher. Sua mão cobriu minha intimidade por baixo da calcinha, com os lados dos dedos ele pressionava meu grelinho entre eles e as pontas deles invadiam minha xoxotinha já toda babada.
Os dois jovens caralhos em minhas mãos e a manipulação desse jovem fazendo maravilhas em minha xana de mulher madura, me perdoava de qualquer pecado que eu estivesse cometendo ou viesse a cometer.
Minhas lágrimas tinham secado e eu estava com um simpático sorriso de mulher safada em pleno cio. O carro exalava puro sexo de nossos corpos e eu queria me abandonar por completo a qualquer abuso que esses rapazes desejassem de mim. Principalmente o que manipulava minha bocetinha.
Não me lembro quando chegamos e fui carregada para dentro de uma espécie de galpão. Mas é vívida em minha memória, para todo o sempre, aquela primeira vez em que mãos de três jovens me acariciavam, ao mesmo tempo em que tiravam minhas roupas.
Era curioso que meus olhos procurassem pelos olhos de meu preferido e quando ele me retribuía, eu sentia uma imensa tesão em manipular as rolas dos outros. Eu tive um prenuncio de orgasmos quando fui abraçada pela frente e por trás. O da frente me beijava freneticamente e eu de olhos abertos, mirava meu querido que me encarava com um sorriso cínico nos lábios.
Foi ele quem afastou o que estava atrás de mim e passou a acariciar minha bunda de um modo tão fantástico que eu respondia com sofreguidão apertando as rolas que estavam a meu alcance.
Eu passei a desejar ardentemente em ter aquelas rolas em minha boca, igualzinho como eu vi minha filha fazendo com o professor Bruno.
Sem saber o que estava fazendo fui me ajoelhando até minha boca estar a altura daqueles belos, reluzentes e duríssimos caralhos. O primeiro que escolhi foi do meu querido.
Nunca senti tanto prazer e tesão ao ter a bola de carne da glande do meu adorado que era notadamente um pouco maior do que os outros dois. Apesar de minha total falta de experiência, meu preferido exultava com a chupação que eu fazia em sua rolona e os sons que ele fazia com a respiração passando por entre seus belos dentes, era como incentivo para que eu engolisse mais e mais a sua masculinidade.
Parece que a minha performance, ali ajoelhada, com metade da rola de um dentro da boca e a sofreguidão com que eu a chupava, deixou os outros dois enlouquecidos. Logo eles estavam exigindo a minha atenção.
E assim pela primeira vez na vida eu chupei meus três primeiros caralhos. Minha mandíbula doía, mas meus lábios não queriam parar de circular aquelas colunas musculosas que brilhavam com minha saliva. Babas escorriam pelo meu queixo, deixando meu busto todo melado e brilhante.
Quando voltei a chupar a bela rola de meu amado, não demorou muito para que ele esporrasse enquanto eu quase conseguia encostar meu queixo em seu saco. A primeira golfada me fez engasgar um pouco.
Como por instinto, deslizei minha boca até ficar somente com a glande dentro. Em seguida fiz com uma das mãos movimentos lentos e constantes no restante da verga enquanto meu desconhecido macho ejaculava golfadas e golfadas de saboroso esperma que se misturava com minha saliva antes de ser engolida completamente por minha garganta abaixo.
Os joelhos dele deram uma leve curvada enquanto ele cambaleava para trás. Eu não consegui ver o que aconteceu com ele, pois, logo minha cabeça foi requerida para perto da virilha de um deles, que não demorou nada pra esporrar em minha boca também.
Aquilo foi a glória pra mim. Saboreando este segundo esperma eu me descobri uma faminta pelo suco masculino. Eu exultava de alegria por saber distinguir o gosto de meu futuro macho dos outros dois que chupei até gozarem profusamente dentro de minha boquinha.
Agora eu sabia porque Joana demorou tanto em tirar os lábios da rola do professor mesmo quando eu estava gritando com os dois.
Não sei por que eles amarraram minhas coxas aos meus braços, fazendo com que eu ficasse na posição imóvel do característico “frango-assado”.
– Elza, meu bem. Não se assuste que eu não vou lhe machucar. As dorezinhas que voce vai sentir fazem parte do intenso gozo que voce vai sentir.
Reconheci a voz de Bruno, mas eu não me importava. Todos os poros de meu corpo estavam em alterado estado de excitação. Eu sabia que ao primeiro toque eu iria explodir em êxtase. Sabia também que eles não iriam me decepcionar.
Eu só não esperava pela pressão inicial da rola de Bruno entrando em meu anus. Agora eu entendia porque eles tinham me amarrado
– Aaaaaaaaaaaaaaahh, meu deus! Que… que é isso? Pare… pare, por favor? Aaiiii… está… está doendo… doendo!
Um dos rapazes veio até a mim e não teve nojo de beijar minha boca melada de esperma dele e dos outros. O beijo teve o efeito de fazer meus mamilos endurecerem novamente e toda sensação de que o orgasmo estava próximo, fizeram meu corpo inteiro se contorcer dentro do possível, já que eu estava toda amarrada.
E então eu comecei a sentir meu anelzinho anal se expandindo maravilhosamente com a rola pulsante tomando posse dele.
Cada milímetro de rola que invadia meu cusinho, me davam choques que irradiavam inteiramente por meu corpo. Parecia que meu coração e mente estavam ali naquele tubo que se enchia do músculo de um homem que horas atrás era meu centro de ódio.
E agora, pouco a pouco, ele me levava à felicidade, me dando um imenso prazer com esta penetração estranha e exótica em meu corpo.
Eu ainda sentia uma dorzinha enquanto a cabeçorra se instalou inteira dentro do meu cusinho. Bruno parou por um instante, extasiado em me ver gemendo com um sorriso nos lábios e mesmo tendo meu corpo imobilizado, eu me contorcia com as agulhadas de prazer que meu corpo recebia.
O garoto beijador se afastou e eu senti um vácuo com minha boca vazia. Como uma desvairada eu virava minha cabeça de um lado pro outro em plena agonia de gozo. Num certo momento vi meu amado me encarando e se masturbando.
– Voce! Voce aí… o mais… mais alto, deixa… deixa eu te chupar!
Ele se aproximou, passou uma perna por cima de meu rosto e seu imenso caralho ficou a poucos centímetros de minha boca aberta. Lentamente ele foi flexionando o corpo pra baixo, enquanto na minha limitação, eu avancei com minha ávida boca para cima.
Ele passou uma mão por trás de meu pescoço, sustentando minha cabeça. Carinhosamente ele enfiava até um terço de sua rola em minha boca. Quando a retirava só ia até a base da cabeçorra, onde eu a prendia com meus lábios.
Pra acabar comigo, o que estava me beijando antes, colou a boca em minha vulva, sugando-a delicadamente enquanto a rola do professor de minha filha foi totalmente agasalhada dentro de meu cusinho virgem.
A sensação maravilhosa e jamais experimentada de sentir os pentelhos da virilha de um homem roçando no rego de minha bunda foi o ponto alto de meu gozo interminável.
Me lembro que me realizei completamente quando fui triplamente penetrada por todos eles.
Eu tinha aprendido a lição e o jeito agora era me conformar e deixar minha filha Joana seguir com a vida dela como bem entendesse. Aprendi que, apesar de jovens, eles têm o instinto natural de se defenderem e que sabem o perigo que correm ao buscarem pelo prazer
Não sei quando eles me levaram pra casa. Minhas filhas e meu marido me consolaram e quiseram saber dos detalhes. Eu lhes disse a desculpa combinada com os rapazes e tomei outro banho antes de me deitar extenuadíssima. Nem mesmo a ardência em meus orifícios me perturbou o início do sono.
– Mãe. Mãe! Não dorme ainda! Me diz, mãe, me diz! Aquela história de que seqüestraram a pessoa errada, é mentira, não é? Eu não acreditei nela!
– Voce tem razão. E voce deve adivinhar o que aconteceu! O teu Bruno me forçou a coisas abomináveis!
– Sua vaca mentirosa! Confessa que voce gostou, confessa!
Minha filha me encarava zangadíssima enquanto sussurrava essas palavras ofensivas ao mesmo tempo em que mantinha minhas nádegas abertas com as mãos, exibindo a prova de meu êxtase pecaminoso.
– Sim, confesso! Nunca senti nada igual na vida! Bruno sabe das fraquezas humanas e se aproveitou das minhas!
A tapa que minha filha me deu no rosto foi rápida como um relâmpago. Ela me ordenou que jamais me aproximasse de Bruno novamente. Que ele era só dela.
Grande paspalha. Agora não havia mais nenhum Bruno. Eu só tinha pensamentos pra ‘quele jovem pirococudo, o Daniel.
Convido meus leitores a visitar meu blog/ ou / onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada
O quase quarentão professor pega a aluna pelo braço e a obriga entrar numa sala vazia. Nota-se que a bela adolescente está zangadíssima e seus belos olhos azuis faíscam de raiva ao encarar o professor a sua frente;
– Me deixa em paz, Bruno! Minha vida está tomando um rumo certo e voce quer estragar tudo!
– Mas…mas, Joana, voce não percebe o erro que está cometendo? Por que voce vai casar com ele?
– Porque estou cansada de tuas promessas. E também…voce não vai assumir minha gravidez!
– Voce poderia abortar! Eu cuidaria de tudo…
– Deixa de ser canalha, Bruno! Voce só me quer pra teu prazer sexual. Quero ver se voce me comer quando eu ficar barriguda!
– Minha querida… minha querida! Não chore! Eu quero voce de qualquer jeito! Eu amo voce. Eu só acho que é uma besteira voce ter um filho aos dezessete anos e se casar por causa disso!
– Não enrola, Bruno! Eu te conheço. Voce não me ama. Voce só quer o meu corpo, minha juventude. Pra ser mais precisa… voce ama minha bunda!
O professor baixa a cabeça com ar contrariado por não fazer Joana compreender o quanto poderá ser difícil casar e ter um filho assim tão cedo. Ela e Bruno se tornaram amantes há dois meses. Por ironia, a mãe dela a flagrou tranzando com o namorado o que desencadeou toda essa história de casamento.
Foi Bruno que se encantou primeiro da bela Joana, de corpo fenomenal e Rainha dos Calouros. Ele não sabia que Joana tinha visto sua amiga Eliza chupando a rola dele dentro carro, e desde então ela se imaginava estar no lugar da amiga.
Sem um saber da paixão recíproca pelo outro, foi questão de tempo dos dois se aproximarem e a natureza se encarregar de fazer os hormônios deles ferverem.
Bruno a deflorou e nas duas vezes seguintes Joana aprendera a fazer de tudo com exceção de dar a bunda. O professor foi preparando aos poucos sua aluna para acomodar sua imensa e grossa rola no seu apertado e rosado cusinho.
Depois de fazê-la gozar intensamente lhe chupando a bocetinha, Bruno sempre a virava de bruços e se deleitava em brincar com a língua ao redor do anus dela. Só parando quando penetrava pelo menos um centímetro no franzido anel.
Primeiro só o dedo do meio da mão de Bruno ficava circulando ao redor do sol de preguinhas. Com a continuação, duas falanges ficavam introduzidas com Bruno sentindo através da fina película de carne, sua rola deslizando pela xaninha de sua aluna.
Na vez seguinte, dois dedos foram introduzidos. Na terceira vez, Joana gaguejando e suspirando, pediu pra que ele enfiasse os dedos no seu cusinho. Foi então que Bruno soube que Joana estava preparada para ser enrabada.
Joana se destacava das outras belas alunas devido as voluptuosas curvas que tinha e a protuberante bunda que se assemelhava mais a de uma mulata do que uma branca.
Os cabelos escuros contrastavam com a pele alva e os olhos azuis, quase escuros. Os seios eram bastos, o suficiente para encher completamente a mão dele e ainda sobrar um pouco. As auréolas eram enormes, rosadas e com pequenos mamilos.
Joana não tendia a ter muito cabelos pelo corpo. Era interessante como seus pentelhos eram poucos e de cor castanha, como a cor de mel. E doce era sua xaninha.
– Jô, me escuta! Voce não tem que se casar. Ninguém pode obrigar voce a fazer isso! Nem sua mãe!
– É que voce não a conhece! E, pára Bruno! Pára de me atormentar! Acabou tudo. Me deixa em paz! Deixa eu me casar e pronto! Vai embora agora, vai!
-Está bem. Se é assim que voce quer… Mas, ainda acho que voce deveria me ouvir…
Bruno está manobrando seu XRT quando avista Joana vindo em sua direção protegida por uma sombrinha. Ele se alegra e Joana pára ao lado da janela em vez de entrar no carro, como ele esperava.
Em vez disso, com a mão livre, Joana levanta lentamente a saia do uniforme escolar, desvendando a sua xotinha coberta pelo fino tecido da calcinha. O professor se vê envolvido naquela atmosfera libidinosa e o aroma da bocetinha de sua aluna o enlouquece.
Ali mesmo, ele lança seu braço pela janela do carro e apalpa a bojuda nádega e puxa Joana para si até que seu rosto se cola ao púbis da sensual ninfeta.
Joana leva a cabeça para trás, levando no rosto os respingos da chuva fina, enquanto sente tremores com a língua de seu professor serpenteando pelas lábias de sua xaninha.
– Pára, Bruno, pára! Deixa eu entrar que esta vai ser a última vez que voce me chupa!
Mas, uma vez lá dentro, Joana procura pela barguilha da calça de seu professor, apressada em lhe sacar a rola pra fora. Ao mesmo tempo ela avança com a boca aberta e salivando procurando pela boca de Bruno.
Ele ajuda a retirar a imensa verga e deixa roçar nos bicos dos seios dela. A língua de Bruno penetra na boca de Joana que é logo chupada com avidez. Mas, isso não é o bastante. Joana sente necessidade de mais músculo sedoso a lhe encher a boca. Ela procura pela estranha sensação da rigidez muscular do pênis pulsante na própria língua enquanto sua saliva se mistura aos pequenos esguichos de líquido expelido pela glande.
No meio dos seios de Joana já se vê rastros brilhantes desses esguichos. Bruno sente o arfar de gozo que Joana solta ainda com a boca grudada a dele. Logo ela interrompe o beijo, soluçando e arfando como se estivesse perto do gozo. Suas duas mãos agarram o caralhão de Bruno pela base e a boca ovalada cai em cima da glande, sugando todo o líquido que ali está.
Em pouco tempo, Joana está com metade da rola lhe enchendo a boca e com baba escorrendo por entre os lábios, deixando o bolotudo saco brilhando de saliva.
Bruno não tem controle do vulcão de esperma que explode, subindo pelo túnel de sua rolona e inundando a boquinha de Joana, que tenta não perder uma só gota.
Quanto mais Bruno esporra, mais a boca de Joana engole sua verga até quase atingir a base de seu saco. O urro dele é tão alto que dava pra se ouvir fora do carro. Ele joga a cabeça pra trás e dá os longos e últimos espasmos de seu intenso gozo dado por sua bela aluninha.
Joana está entre as coxas de seu professor dando lambidas nas gotas de esperma que ela não conseguiu engolir e se espalham pelo tronco da rola, saco e virilha, como ela normalmente faz.
De repente a porta do lado de Joana se abre e uma mãe indignada agarra a filha pelo braço, puxando-a para fora do carro dizendo impropérios.
– Seu canalha! Desvirtuador de menor! Vou lhe colocar na cadeia, desgraçado! Não sai daí que já venho acertar as contas com voce, seu desqualificado!
Parece brincadeira mas foi exatamente isso que Bruno fez. Ficou esperando pela mãe de Joana. Quando ela veio, apenas se inclinou na janela e não lhe deu alternativas.
– Meu marido tem contatos e podemos lhe por na cadeia sem escândalos. Ou voce se muda desta cidade.
– Mas… mas… me desculpe, mas quem é voce?
– Sou a sra Elza, seu cretino! Sou a mãe da jovem inocente que voce seduziu! Aaaah, deus me proteja por eu não matá-lo agora!
– Mas, dona Elza, nós sabemos que não fui eu o primeiro…Joana já é uma mulher… e sabe muito bem o que faz!
– Mentira! Mentira, seu calhorda! Voce se aproveitou da fraqueza dela! E ainda é um tremendo filho da puta, pois sabe que ela está de casamento marcado! Eu te mato, seu escroto, eu te mato!
Apesar de toda a tensão nervosa, Bruno percebe o quanto é bonita e voluptuosa a mãe de sua aluna. O formato dos bojudos lábios enquadrando os brancos e perfeitos dentes de uma boca demonstrando ódio, simplesmente a faz parecer mais bela ainda. O rubor natural em sua face deixa Elza mais sedutora ainda.
– O que vai ser, canalha? Cadeia ou sumiço da cidade?
– Eu vou embora da cidade. Mas preciso de tempo. Tenho esposa e filho.
– Tem dois dias.
– É impossível…
– Vire-se!
Ainda assustado, Bruno não deixa de perceber o volumoso ondular das nádegas da mãe de sua aluna, se afastando apressadamente em direção ao próprio carro.

Minha vida mudou completamente desde o momento em que peguei minha filha Joana fazendo sexo oral no professor dela. Joana estava com quase dezessete anos e os dois estavam dentro do carro dele, quando tive coragem de ir até lá e resgatar minha filha daquele ato indecoroso e indigno. Era assim que eu pensava na época.
Naquela tarde estava chuviscando e o estacionamento do colégio de Joana tinha poucos carros. Eu fui buscá-la para irmos fazer algumas compras pro casamento dela. Eu já tinha estacionado quando vi minha filhinha de sombrinha na mão se aproximar da janela de um carro e levantar a saia. Uma mão e um rosto surgiram de dentro do carro e minha filhinha foi puxada para perto da janela onde o rosto se acomodou em seu monte de Venus.
Passado os primeiros minutos de susto, fui até lá e fiz um pequeno escândalo, exigindo que o professor deixasse a cidade ou eu o denunciaria por sedução de menor.
Dei dois dias para que ele se virasse, mas foi com surpresa que duas horas depois ele me telefonava dizendo que ia partir naquela noite mesma. Eu queria ver pra acreditar.
Assim, sem dizer nada pro meu marido, fiz com que ele me acompanhasse até a rodoviária, com a promessa de lhe contar tudo direitinho. Eu me imaginava como a heroína da família e que todos iriam eternamente me agradecer.
No estacionamento fomos abordados por três jovens que deram uns cascudos em meu marido e me arrastaram pra outro carro. O motorista era o professor de minha filha.
Eu sentei entre dois jovens no banco de trás.
– O que voce está fazendo, professor Bruno? Isso é seqüestro! Isso é coisa pior do que o que voce fez com minha filha! Voce vai pra cadeia, com certeza!
– Voce não tem um mínimo de auto-crítica, não é? Tu achavas mesmo que eu deixaria minha família, meu trabalho e tudo que construí aqui por causa de uma simples ameaça de uma mãe doidivanas? Deixa de ser burra, ó Elza!
– Eu te denunciaria por sedução de menor e voce iria pra cadeia, seu canalha!
– Tu não entendes mesmo! O escândalo só prejudicaria tua filha! O casamento dela iria pras picas, bobona!
– Seu cachorro filho da puta! Eu te mato!
Tentei avançar com as unhas em riste pra lhe pegar os cabelos quando fui retida pelos dois jovens. Eles me agarraram pelo tecido da blusa e com o meu súbito movimento pra frente, acabou estourando os botões e rasgando um pouco a frente.
Um dos meios seios ficou meio fora do sutiã, ao mesmo tempo em que eu era puxada pra trás pelos cabelos.
O jovem que me segurava firmemente pelos cabelos esperou que o outro viesse com a boca até meu seio, mordiscando meu mamilo, para depois me beijar com sua língua nervosa.
Eu sabia o que ia acontecer. Eu seria estrupada, violentada e eu não poderia reagir de forma nenhuma. O medo tomou conta de mim e comecei a chorar convulsivamente. Eu me transformei completamente. Antes, altiva e dona de si, agora eu me humilhava, implorando que não contaria nada se eles não me machucassem, etc etc.
Enquanto eu falava chorando, olhando pra todos eles, os dois jovens sem se importarem, colocaram suas grossas manjubas pra fora das calças. Eu não percebi quando cada um pegou uma mão minha e fez com que eu rodeasse com os dedos seus respectivos cacetões.
Ali começou minha transformação. De chorosa e tagarela eu fiquei muda e quieta com uma rola em cada mão, parecendo duas brasas cilíndricas. Parecia que o calor emanado por elas me acalmava.
– Isso… isso, minha tia, isso! Agora faz pra cima e pra baixo! Isso… assim mesmo! Tá gostando, titia, tá? Sinta ele pulsando. Sentiu?
E eu como uma paspalha, balançava a cabeça afirmativamente. Eu estava também admirada com o tamanho e grossura delas. Meu deus, só de pensar que esses anos todos eu achava que os pênis masculinos eram do mesmo tamanho!
O que tinha beijado meu seio antes, carinhosamente pôs a mão em meu rosto e me beijou ternamente os lábios. Sua rola pulsou mais forte em minha mão, quando senti meu mamilo ser chupado com força pelo outro rapaz e sua rola dar um repentino pulo que quase me escapou dos dedos.
Este rapaz sabia tocar uma mulher. Sua mão cobriu minha intimidade por baixo da calcinha, com os lados dos dedos ele pressionava meu grelinho entre eles e as pontas deles invadiam minha xoxotinha já toda babada.
Os dois jovens caralhos em minhas mãos e a manipulação desse jovem fazendo maravilhas em minha xana de mulher madura, me perdoava de qualquer pecado que eu estivesse cometendo ou viesse a cometer.
Minhas lágrimas tinham secado e eu estava com um simpático sorriso de mulher safada em pleno cio. O carro exalava puro sexo de nossos corpos e eu queria me abandonar por completo a qualquer abuso que esses rapazes desejassem de mim. Principalmente o que manipulava minha bocetinha.
Não me lembro quando chegamos e fui carregada para dentro de uma espécie de galpão. Mas é vívida em minha memória, para todo o sempre, aquela primeira vez em que mãos de três jovens me acariciavam, ao mesmo tempo em que tiravam minhas roupas.
Era curioso que meus olhos procurassem pelos olhos de meu preferido e quando ele me retribuía, eu sentia uma imensa tesão em manipular as rolas dos outros. Eu tive um prenuncio de orgasmos quando fui abraçada pela frente e por trás. O da frente me beijava freneticamente e eu de olhos abertos, mirava meu querido que me encarava com um sorriso cínico nos lábios.
Foi ele quem afastou o que estava atrás de mim e passou a acariciar minha bunda de um modo tão fantástico que eu respondia com sofreguidão apertando as rolas que estavam a meu alcance.
Eu passei a desejar ardentemente em ter aquelas rolas em minha boca, igualzinho como eu vi minha filha fazendo com o professor Bruno.
Sem saber o que estava fazendo fui me ajoelhando até minha boca estar a altura daqueles belos, reluzentes e duríssimos caralhos. O primeiro que escolhi foi do meu querido.
Nunca senti tanto prazer e tesão ao ter a bola de carne da glande do meu adorado que era notadamente um pouco maior do que os outros dois. Apesar de minha total falta de experiência, meu preferido exultava com a chupação que eu fazia em sua rolona e os sons que ele fazia com a respiração passando por entre seus belos dentes, era como incentivo para que eu engolisse mais e mais a sua masculinidade.
Parece que a minha performance, ali ajoelhada, com metade da rola de um dentro da boca e a sofreguidão com que eu a chupava, deixou os outros dois enlouquecidos. Logo eles estavam exigindo a minha atenção.
E assim pela primeira vez na vida eu chupei meus três primeiros caralhos. Minha mandíbula doía, mas meus lábios não queriam parar de circular aquelas colunas musculosas que brilhavam com minha saliva. Babas escorriam pelo meu queixo, deixando meu busto todo melado e brilhante.
Quando voltei a chupar a bela rola de meu amado, não demorou muito para que ele esporrasse enquanto eu quase conseguia encostar meu queixo em seu saco. A primeira golfada me fez engasgar um pouco.
Como por instinto, deslizei minha boca até ficar somente com a glande dentro. Em seguida fiz com uma das mãos movimentos lentos e constantes no restante da verga enquanto meu desconhecido macho ejaculava golfadas e golfadas de saboroso esperma que se misturava com minha saliva antes de ser engolida completamente por minha garganta abaixo.
Os joelhos dele deram uma leve curvada enquanto ele cambaleava para trás. Eu não consegui ver o que aconteceu com ele, pois, logo minha cabeça foi requerida para perto da virilha de um deles, que não demorou nada pra esporrar em minha boca também.
Aquilo foi a glória pra mim. Saboreando este segundo esperma eu me descobri uma faminta pelo suco masculino. Eu exultava de alegria por saber distinguir o gosto de meu futuro macho dos outros dois que chupei até gozarem profusamente dentro de minha boquinha.
Agora eu sabia porque Joana demorou tanto em tirar os lábios da rola do professor mesmo quando eu estava gritando com os dois.
Não sei por que eles amarraram minhas coxas aos meus braços, fazendo com que eu ficasse na posição imóvel do característico “frango-assado”.
– Elza, meu bem. Não se assuste que eu não vou lhe machucar. As dorezinhas que voce vai sentir fazem parte do intenso gozo que voce vai sentir.
Reconheci a voz de Bruno, mas eu não me importava. Todos os poros de meu corpo estavam em alterado estado de excitação. Eu sabia que ao primeiro toque eu iria explodir em êxtase. Sabia também que eles não iriam me decepcionar.
Eu só não esperava pela pressão inicial da rola de Bruno entrando em meu anus. Agora eu entendia porque eles tinham me amarrado
– Aaaaaaaaaaaaaaahh, meu deus! Que… que é isso? Pare… pare, por favor? Aaiiii… está… está doendo… doendo!
Um dos rapazes veio até a mim e não teve nojo de beijar minha boca melada de esperma dele e dos outros. O beijo teve o efeito de fazer meus mamilos endurecerem novamente e toda sensação de que o orgasmo estava próximo, fizeram meu corpo inteiro se contorcer dentro do possível, já que eu estava toda amarrada.
E então eu comecei a sentir meu anelzinho anal se expandindo maravilhosamente com a rola pulsante tomando posse dele.
Cada milímetro de rola que invadia meu cusinho, me davam choques que irradiavam inteiramente por meu corpo. Parecia que meu coração e mente estavam ali naquele tubo que se enchia do músculo de um homem que horas atrás era meu centro de ódio.
E agora, pouco a pouco, ele me levava à felicidade, me dando um imenso prazer com esta penetração estranha e exótica em meu corpo.
Eu ainda sentia uma dorzinha enquanto a cabeçorra se instalou inteira dentro do meu cusinho. Bruno parou por um instante, extasiado em me ver gemendo com um sorriso nos lábios e mesmo tendo meu corpo imobilizado, eu me contorcia com as agulhadas de prazer que meu corpo recebia.
O garoto beijador se afastou e eu senti um vácuo com minha boca vazia. Como uma desvairada eu virava minha cabeça de um lado pro outro em plena agonia de gozo. Num certo momento vi meu amado me encarando e se masturbando.
– Voce! Voce aí… o mais… mais alto, deixa… deixa eu te chupar!
Ele se aproximou, passou uma perna por cima de meu rosto e seu imenso caralho ficou a poucos centímetros de minha boca aberta. Lentamente ele foi flexionando o corpo pra baixo, enquanto na minha limitação, eu avancei com minha ávida boca para cima.
Ele passou uma mão por trás de meu pescoço, sustentando minha cabeça. Carinhosamente ele enfiava até um terço de sua rola em minha boca. Quando a retirava só ia até a base da cabeçorra, onde eu a prendia com meus lábios.
Pra acabar comigo, o que estava me beijando antes, colou a boca em minha vulva, sugando-a delicadamente enquanto a rola do professor de minha filha foi totalmente agasalhada dentro de meu cusinho virgem.
A sensação maravilhosa e jamais experimentada de sentir os pentelhos da virilha de um homem roçando no rego de minha bunda foi o ponto alto de meu gozo interminável.
Me lembro que me realizei completamente quando fui triplamente penetrada por todos eles.
Eu tinha aprendido a lição e o jeito agora era me conformar e deixar minha filha Joana seguir com a vida dela como bem entendesse. Aprendi que, apesar de jovens, eles têm o instinto natural de se defenderem e que sabem o perigo que correm ao buscarem pelo prazer
Não sei quando eles me levaram pra casa. Minhas filhas e meu marido me consolaram e quiseram saber dos detalhes. Eu lhes disse a desculpa combinada com os rapazes e tomei outro banho antes de me deitar extenuadíssima. Nem mesmo a ardência em meus orifícios me perturbou o início do sono.
– Mãe. Mãe! Não dorme ainda! Me diz, mãe, me diz! Aquela história de que seqüestraram a pessoa errada, é mentira, não é? Eu não acreditei nela!
– Voce tem razão. E voce deve adivinhar o que aconteceu! O teu Bruno me forçou a coisas abomináveis!
– Sua vaca mentirosa! Confessa que voce gostou, confessa!
Minha filha me encarava zangadíssima enquanto sussurrava essas palavras ofensivas ao mesmo tempo em que mantinha minhas nádegas abertas com as mãos, exibindo a prova de meu êxtase pecaminoso.
– Sim, confesso! Nunca senti nada igual na vida! Bruno sabe das fraquezas humanas e se aproveitou das minhas!
A tapa que minha filha me deu no rosto foi rápida como um relâmpago. Ela me ordenou que jamais me aproximasse de Bruno novamente. Que ele era só dela.
Grande paspalha. Agora não havia mais nenhum Bruno. Eu só tinha pensamentos pra ‘quele jovem pirococudo, o Daniel.

Convido meus leitores a visitar meu blog ou onde encontrarão esses contos devidamente ilustrados. Obrigada

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