Meu filho me comeu na sala

Desde muito nova fui namoradeira e adorava ficar abrindo minhas pernas para os namorados me foderem. Claro que procurava tomar cuidado, mas não demorou muito pra ficar grávida a ponto de ficar na dúvida de quem seria o pai. Com dezessete anos e com um filho nos braços, um amigo do meu pai (Paulo), 40 anos, divorciado e sem poder gerar filhos, me pediu em casamento dizendo que gostaria de poder ajudar a criar meu filho Elias. Empresário bem sucedido fui morar com ele em um Haras onde criava cavalos de raça. Sabendo da merda que tinha feito da minha vida resolvi aproveitar aquela oportunidade e passei a ajuda-lo no Haras e a trepar com ele até deixa-lo esgotado na cama. Mas como é normal, com o tempo o sexo foi diminuindo ao ponto de ficarmos mais de meses sem dar uma

trepada. Elias foi crescendo e também passou a ajudar o “pai”. A vida do meu filho era ajudar o pai no Haras e estudar com a intenção de fazer medicina. Paulo resolveu investir no sonho do Elias e sugeriu de ele ir pra Belo Horizonte (a 200 km) pra frequentar um bom curso pré-vestibular antes de tentar a faculdade. Alugando uma boa casa, Paulo e eu combinamos de que eu ficaria por um tempo com o Elias na cidade até ele se adaptar, pois era um rapaz um pouco “caipira” e não saberia se virar sozinho. E foi ficando sozinha na casa enquanto ele estava estudando que eu comecei a me interessar pelo computador e ficar navegando na internet. Sem querer acabei acessando um site de contos onde descobri uma história entre “pai e filha” me deixando chocada. Depois de ler vários contos, acabei lendo um sobre uma mãe transando com o filho. E foi exatamente esse conto que acendeu um fogo na minha

periquita a ponto de me fazer me masturbar sozinha na minha cama. Claro que até cheguei a fantasiar transando com meu próprio filho, mas imaginava que aquilo seria algo praticamente impossível entre eu e o Elias. Só que, sozinha em casa e um pouco distraída entrei no banheiro pra tomar banho e acabei esquecendo de trancar a porta. Tranquila e até cantarolando, saí do box pra pegar a toalha pra me enxugar quando dei de cara com o Elias na porta me olhando completamente nua. Puxei rapidamente a toalha e cobrindo a frente do meu corpo olhando assustada pra ele. Ele sorrindo.

– A porta estava aberta!
Eu tremia de nervosismo.
– Sai filho, deixa me enxugar!
– Tá bom mãe, mas não precisa ficar assim tão nervosa.
Ele saiu e pude ficar mais tranquila me enxugando e ao mesmo tempo imaginando ele ali na minha frente ainda olhando pro meu corpo. Nessa hora vieram na minha mente os acontecimentos narrados nos contos que cheguei a ler sobre “mães e filhos”. Sempre achei que Elias era muito inocente em relação a sexo, mas parece que estava muito enganada… Tempos depois comecei a desconfiar de que Elias só podia ter aprendido tudo aquilo com a mulher do caseiro que me ajudava na lida da casa no Haras. Eu até chegava sentir ciúmes de como ela paparicava meu filho. Estava na pia da cozinha levando algumas louças quando Elias chegou e me abraçou forte por trás me dando um beijo no rosto. Achei estranho aquela atitude já que ele apesar de ser muito carinho comigo, nunca tinha sido tão audacioso.
– Que bicho te mordeu?
– Nenhum mãe, é que descobri que tenho a mãe mais bonita da cidade.
Não era pra tanto, mas realmente tinha noção de que tinha um belo corpo que chamava a atenção de muitos homens: Baixa 1,65 m, peitos médios e uma bunda bem avantajada, firme e redonda. Logo imaginei que o motivo foi ele ter-me visto pelada, e sem querer joguei minha bunda pra trás batendo exatamente sobre sua virilha.
– Nooossa, você nunca foi de fazer isso?
– Mas sempre tive vontade!
– O quê, vontade de bolinar sua mãe, é?
– Perdão mãe, acho que fui longe demais, né?
Ele me soltando, peguei seu braço e fiz voltar a me abraçar.
– Larga de ser bobo, estou gostando!
Ele me deu um arrocho mais forte ainda.
– É mesmo mãe?
– É! Mas só não pode fazer isso na frente de outras pessoas, ok?
– Tá certo mãe… Pode deixar que só quando a gente estiver sozinhos.
Mesmo sabendo que aquilo era um pecado senti minha buceta latejando e novamente veio na minha mente um determinado conto que tinha lido. Fiquei tensa quando senti que meu filho estava ficando excitado encostado na minha bunda. Ele percebendo que eu tinha notado se afastou. Nos dias seguintes passei a pensar em sexo 24 horas e ficar procurando sites de contos sobre incesto; principalmente entre mães e filhos, e a ficar imaginando nua na cama junto com meu filho. Bastava ele chegar em casa, me abraçar e beijar que eu logo sentia minha buceta ficar úmida. Meu problema foi irmos um final de semana no Haras e eu não conseguir que meu marido Paulo apagasse aquele fogo que me consumia. Voltamos e novamente sozinha com meu filho voltei a ter aqueles pensamentos pecaminosos. Mais uma semana já subindo pelas paredes e como uma menininha qualquer tocando siriricas pra poder gozar, resolvi chutar tudo pro alto. Com o Elias em casa sentado na mesa da sala estudando, saí do banho e só com uma camiseta e calcinha cheguei do seu lado e dando-lhe um abraço e um beijo.
– Quer que eu prepare um lanche filho?
Ele que já tinha me visto se aproximando só de calcinha, passou o braço por trás do meu corpo e descendo encostando na minha bunda.
– Quero sim mãe!…
Eu me afastando um pouco só pra deixar que ele ficasse me olhando melhor.
– Vou terminar de me vestir e já volto!
– Fica assim mesmo mãe, não quer?
– Mas assim estou quase nua!
– E qual o problema mãe? Esqueceu que já te ví pelada?
Dei-lhe um tapinha nas costas.
– Safadinho, assim você me deixa envergonhada.
Novamente meu filho foi um pouco mais audacioso colocando suas mãos nas minhas ancas me puxando pra mais perto dele.
– Poxa mãe, desde aquele dia eu só penso em poder te ver novamente sem roupa.
Meu coração começou a disparar.
– É? Mas… Mas… Não sei se devo deixar!…
Ele sentado e eu de pé, tinha minha buceta dentro da calcinha quase encostando no seu rosto, ele passou suas mãos para minha bunda.
– Você promete nunca contar isso pra ninguém?
Minhas pernas voltaram a ficar bambas quando percebi que meu filho era mais audacioso do que eu podia imaginar. O safadinho foi descendo minha calcinha.
– Lógico né mãe?
Quando minha calcinha chegou aos meus joelhos e vendo que Elias olhava direto pra minha buceta, balancei as pernas fazendo a calcinha cair de vês no chão. E fingindo estar muito surpresa (realmente estava).
– Que isso filho?
Ele praticamente colocou o nariz no meio da minha racha deu uma esfregada.
– Você é linda mãe!…
Sem forças nas pernas, sentei no seu colo de frente pra ele.
– Não faça isso com sua mãe!…
Ele foi levantando minha camiseta e lógico que facilitei acabando ficando nuazinha no colo do meu filho. Ele apalpando meus peitos.
– Noooossa… São lindos!!!!
Foi nesse momento que comecei a desconfiar de que meu filho não era nenhum inocente em relação ao sexo. Cheguei com meu peito pro seu rosto e ele começou a chupar alternando as chupadas nos dois peitos.
– Ooooooooh filho… Ooooohhhhhh…
E me mexendo no seu colo sentindo uma rigidez praticamente debaixo da minha buceta.
– Você está excitado, não está?
– Muito mãe… Muito!…
Foi quando ele me fez sair do seu colo e me ajeitando me fez sentar sobre a mesa passando a olhar praticamente pro meio das minhas pernas e passar o dedo na minha periquita que babava sem parar.
– Meu Deus, o que você pretende fazer com sua mãe?
Ele sem um pingo de pudor e meio trêmulo foi abrindo sua bermuda até puxar pra fora seu pinto duro que não era nada pequeno.
– Posso mãe, posso?…
– Vem filho, pode vir na mamãe!…
Quando senti o cacete duro do meu filho entrando na minha buceta foi como receber uma descarga elétrica violenta que me fez ficar toda arrepiada. Elias enfiou tudo e logo começou um vai e vem rápido e vigoroso fazendo meu corpo tremer deitada sobre a mesa com ele segurando minhas pernas no ar.
– Meeete filho… Meeeete na mamããããeeee!!!!
– Ooooh mãe… Ooooohhhh… Como é goooosstooooso mãããeee!!!!
Naquele momento não pensava em mais nada a não ser deixar meu filho me foder.
– Vai… Vaaaiiiii… Tôôôô quase goooozannnndo!!!!
Ele aumentando a violência das socadas.
– Goza mãe! Goza!
– Aaaahhh! Aaaahhh! Tô gozando! Tô gooozannnnndo!!!!
Fui tendo o orgasmo mais gostoso da minha vida com meu filho bombando sem parar.
– Também vou gozar mãe!
– Pode gozar na mamãe! Goza! Goza!…
E meu filho uivando como um lobo foi despejando todo seu gozo dentro da minha buceta. Depois segurando minha calcinha de encontro com minha buceta corri pro banheiro e acabei tomando outro banho. Voltei enrolada em uma toalha e novamente sentando no seu colo.
– Segredo, tá ok?
E o filho da puta segurando meu rosto e lascando um beijo na minha boca.
– Pode deixar Dona Helena, segredo absoluto!…
Voltou a me beijar na boca que passei a corresponder sem mais nenhum pudor. Meia hora depois estava na cama novamente só de calcinha com meu filho me abraçando e me beijando como se eu fosse sua mulher. Elias novamente tirou minha calcinha, brincou bastante com o dedo na minha buceta pra em seguida me dar uma sapecada de meia hora me fazendo ter dois orgasmos seguidos antes de encher minha buceta de porra. Lembrando dos contos que lia, um dia resolvi experimentar algo que tinha feito quando ainda era uma menininha bem safadinha. Meu filho queria me foder praticamente todos os dias, e, na cama pelados e depois te termos tirado um bom cochilo comecei a brincar com seu pinto ainda mole e ao ver que começava a reagir fui com a boca e comecei a chupar descaradamente deixando meu filho de olhos arregalados até gozar na minha boca. Também não demorou muito pra ensinar meu filho chupar minha própria buceta e me fazer gozar feito uma cadela no cio. Quando Elias foi pra faculdade, passei a ir ficar com ele de vez em quando. Fomos ficando tão sem vergonha um com o outro que não hesitei em ficar de quatro quando ele quis comer minha bunda… Coisa que só tinha feito quando na minha juventude. Depois de um banho juntos, fomos pra cama e chupei seu pau só pra deixar bem molhado e ele chegando a boca sobre meu rabo (eu de quatro) deixou um pouco de saliva pra facilitar a penetração. Doeu um pouquinho, mas sentindo a piroca do meu filho toda dentro na minha bunda foi como se eu voltasse no tempo.
– Ooooh filho! Oooohhhh! Rasga a mamãe, raaaasga!!!!
Elias socava forte do meu cuzinho e ainda tapa tapas nas minhas nádegas me fazendo também uivar feito uma loba no cio. No Haras quando era ele quem vinha nos visitar, aproveitávamos a ausência do meu marido pra darmos muitas vezes uma gostosa trepada improvisada, normalmente na sala pra ficarmos atento ao barulho da camionete chegando.

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