César

Eu não sei qual era o tamanho, mas era enorme. Também pudera, César já quase lá pelos seus dezoito anos, alguns anos mais velho que eu. Tinha pêlos no peito, nas coxas e ao redor do pau – mas especificamente ao redor do pau ele aparava, deixava ralinho, dizia que fazia o parecer maior. César era meu vizinho-quase-primo, já que nossas famílias eram amigas de gerações. Eu costumava andar com Caio, irmão mais novo dele, mas sempre que estávamos na casa deles jogando alguma coisa, César ficava por perto e às vezes participava. Foi assim que nos aproximamos inicialmente, o restante foi graças à lábia dele e minha predisposição – que ele farejou de longe.

Fato é que minha amizade com Caio já não era bem somente uma amizade. Tínhamos certa “cumplicidade e intimidade”. Havíamos começado juntos a explorar o mundo do sexo, inicialmente vendo revista pornô – que Caio roubava do próprio César. Depois disso, passamos a nos masturbar sem ligar para a presença um do outro. Tempo depois já masturbávamos um ao outro. E veio o troca-troca, que realmente era um troca-troca, mas depois de um tempo eu já sabia da minha preferência. Mas não pensávamos sobre o que isso significava. Nem quando Caio me penetrou a primeira vez, que foi bem estranha para dizer o mínimo, eu tirei alguma conclusão daquilo. Para mim, era só prazer e diversão. Estávamos bem ciente do que diriam caso soubessem, mas para gente era só aquilo mesmo.

Acontece que, decorrente disso, eu e Caio éramos muito próximos e eventualmente dormíamos na casa um do outro. O motivo você deve  imaginar.  E acho que por essa razão, César foi percebendo coisas. Quando, certa vez, fui até a casa de Caio e ele não estava, César insistiu para que eu entrasse e jogássemos qualquer coisa como normalmente acontecia. A toca do Lobo Mal não me soou tão óbvia de início, mas ele não enrolou muito para mostrar as presas. Quando disse que tinha algo que queria que eu visse e, no seu quarto, ele me mostrou as revistas pornôs, já tinha ganho minha atenção. Claro, me senti inseguro e até certo ponto acho que fiz cara de surpresa, mas fui inocente ao não prever que ele já desconfiava de algo e que havia uma intenção por trás. Resultado disso foi que permaneci ali. Naquela mesma noite, o que com Caio se desenvolveu naturalmente levando meses, com César aconteceu em horas.

Ele disse que eu estava com pau duro apontando para minha bermuda. Logo depois disse que também estava, apontando para a dele. Não demorou até pôr para fora, dizendo que ia se masturbar, que eu também deveria fazer. Pouco depois pegou no meu pau e cobrou que eu pegasse no dele. E quando peguei, trêmulo e com a palma da mão suando, já sabia que minha fachada cairia de vez. César gozou uma vez, jorrando porra sobre a minha mão, muito depois de me levar na lábia e me deixar o masturbando ali sozinho sobre alguma falsa promessa que eu fingia acreditar. A quantidade de porra que escorreu pulsando de sua glande me deixou atônito, praticamente fascinado, e claramente ele percebeu, soltando uma risada jocosa e questionando se eu estava impressionado. Quando achei que aquela fosse a deixa para eu ir embora, com certa vergonha e temendo algum julgamento posterior, César insistiu que eu ficasse. Mas insistiu de forma quase impositiva ao trancar a porta  – ainda que tivesse deixado a chave na fechadura.

Num clima que ele tentava tornar descontraído, ele se debruçou sobre a cama com as diversas revistas espalhadas e me chamou de volta. Me abaixei ali como ele, de joelhos no chão e barriga e cotovelos sobre o colchão, enquanto folheávamos as páginas coladas e com cheiro forte que, mesmo que não percebesse a origem, me incitava tanto quanto as imagens que víamos. Minha excitação nem sequer havia passado e logo eu já estava dominado pelo impulso de novo, sem racionalizar muita coisa. Fingia ouvir o que César dizia, mas na verdade as palavras não pareciam colar na minha mente. Eu observa os caras, com mastros surreais e corpos brutos, e as mulheres com caras que mesclavam entre prazer e dor e, junto todo aquele ar de coisa escondida que sempre rolava com Caio e, agora, com César, eu sentia como se estivesse em outro plano. Só despertei do transe mesmo quando César se ergueu, ficando só de joelhos e chamando minha atenção para a excitação dele. O pau com a cabeça vermelha e cheio de veias, babando compulsivamente, era balançado no ar e eu parecia nem conseguir respirar direito. Encarava meio hipnotizado, o suficiente para me envergonhar e rir sem graça ao encarar César, que devolvia um riso sacana.

Mandou que eu segurasse e forçasse para baixo para ver quão duro estava. Pediu que eu apertasse com força. Minha inibição já havia sido massacrada pelo calor que fazia meus pés suarem e meu pau pulsar dentro da cueca, babando tudo. E eu fazia o que ele pedia tentando conter a vontade de fazer o que eu queria e acabar me expondo mais do que tinha coragem. Após as brincadeirinhas, que César parecia fazer de conta que não significavam nada demais, ele sugeriu que eu baixasse minha bermuda. Mesmo que quisesse, a vergonha não me permitia, e foi ele mesmo quem puxou para baixo enquanto me zoava. Se aproximou de mim e, por ser mais alto, o pau dele batia entre minha púbis e meu umbigo. Ficou comparando tamanhos, vendo meu pau quase tão duro quanto o dele, ainda que fosse menos desenvolvido, alegando que meu pau eventualmente cresceria. Durante esse momento, ele encostou o pau dele no meu algumas vezes, inclusive na minha própria barriga, deixando molhado com baba de pica. Depois de um certo silêncio, ele se aproximou mais, reclinando os joelhos até equivaler nossas alturas e, sem falar nada antes, me puxou pela cintura forçando um pau com pau. Eu não sabia o que dizer e, enquanto parte de mim ainda temia assumir as próprias vontades, a outra se deleitava com aquilo e o resultado era eu congelado, sem fugir mas sem reagir aquilo como gostaria. Me perdi tanto em pensamentos que só me toquei do quanto a mão de César havia descido quando senti o ar nas minhas pregas enquanto elas era puxadas, uma vez que cada uma de suas mãos apertavam minha bunda com força a abrindo. Ele fazia força enquanto me puxava e, para tentar manter o equilíbrio, eu segurei em seus ombros e, sem me dar conta, os apertava enquanto mordia os lábios e observava o pau dele quase escondendo o meu e colando em minha barriga. César só bufava feito bicho enquanto parecia tentar se conter.

Quando ele cessou e se ergueu, rindo com dentes trincados e apertando a mão no ar, eu fiquei parado o observando meio atônito sem saber o que dizer ou fazer. Não conseguia agir da mesma forma natural como era com Caio, mas visivelmente não estava afim de correr. César pegou uma garrafa d’água que havia sobre a escrivaninha e a virou, bebendo. Meus olhos aproveitaram aquele momento e desceram novamente até seu pau e meu corpo parecia cobrar uma reação em direção a ele. Voltei a mim quando César disse que era para eu deitar na cama, de barriga para cima, e se adiantou até ela empurrando as revistas para o lado e posicionando um travesseiro, batendo sobre o colchão em seguida ao perceber que eu sequer havia me movido. Eu estava tão nervoso que meus passos eram curtos, mas ainda assim fui em sua direção, até que ele segurou em meus braços e me direcionou, massageando meus ombros enquanto me direcionava até a cama. Me deitei de pernas fechadas e puxando a camisa para baixo, de modo a cobrir meu pau, enquanto via César mexendo em uma gaveta, de onde tirou algo e pôs do lado da cama, embora eu não tenha identificado do que se tratava.

Quando voltou, parou na minha frente e abriu minhas pernas, sorrindo enquanto questionava porque eu estava com vergonha. Eu dei de ombros, sorrindo também, mas de nervoso, cobrindo a cara com um dos braços e tentando não focar no pau dele que se erguia bem a minha frente enquanto ele apoiava o joelho sobre o colchão e descia em minha direção. Questionei o que ele faria, meio receoso, e ele disse que seria a mesma coisa de antes, mas de forma mais confortável. César se debruçou sobre mim, encaixando a cintura dele na minha, e começou a se mover de modo que seu pau deslizava sobre o meu e minha barriga, por vezes passando sobre meu umbigo e deixando um rastro de baba. Eu abria as pernas com o peso de seu corpo sobre o meu, tentando não encarar seu rosto porque aquilo soaria mais íntimo do que o que já estávamos fazendo. César, com os braços cansados, baixou a cabeça até o lado do meu pescoço e passou um braço em baixo do meu, segurando no ombro, e abafava os gemidos enquanto sarrava com cada vez mais força. Eu tentava não tocar ele com as mãos e, por isso, me agarrava no colchão e aproveitava o fato de que ele não via minhas expressões e hora eu mordia os lábios, hora eu ficava com a boca entreaberta, tornando mudos meus gemidos.

Mas a empolgação que o tomava era diferente de qualquer coisa que eu e Caio já havíamos feito. César se mexia e agi como quem sabia o que estava fazendo. Eu sentia sua respiração quente próxima do meu pescoço enquanto ele me agarrava, até que sua face se virou levemente e senti seus lábios sobre minha pele, logo se tornando um beijo que me fez cócegas, em seguida se tornando uma mordiscada leve sobre o ombro. Quando sua boca alcançou minha orelha, por alguns segundos tudo que ele fez foi ficar arfando sobre ela, até que a voz sussurrante indagou seu eu estava gostando. Eu não conseguia formular palavras direito e quando soltei um “uhum”, o gemido pareceu escapar entre as letras. César mordeu o lóbulo da minha orelha enquanto parecia sorrir e, sem condições de me defender disso, um segundo gemido saiu em seguida.

César se ergueu, tirando a camisa e me comia com os olhos. Mandou que eu me virasse de bruços, o que eu resisti inicialmente mas já ansiava com antecedência. Ele insistiu, sem fazer rodeios, empurrando minhas pernas e cintura até que eu estivesse como o solicitado. Eu escondi meu rosto no travesseiro, com a bunda exposta, sentindo a mão dele correr sobre minhas pernas e afastá-las. Senti o colchão se movendo quando ele subiu, se encaminhando sobre mim até que suas pernas ficaram entre as minhas e seu corpo me cobriu. Quando ele mandou que eu afastasse a bunda, eu já estava sem respirar. Colou a pica bem no meio dos meus glúteos e o peito em minhas costas. Respirava ofegante próximo a minha nuca, mordiscando meu ombro enquanto movia a pélvis, fazendo com que seu pau deslizasse sobre minhas pregas. Meu pau mesmo roçava contra o colchão em cada movimento que ele fazia e eu instintivamente eu me empinava, contrário ao peso dele sobre mim. Ele percebeu. Uma de suas mãos passou por baixo de mim e segurou meu pau ao mesmo tempo em que fazia força para me erguer, um método útil de me deixar ainda mais empinado. E eu, que já estava curvado dentro do possível, aos poucos via minha racionalidade afundando naquele travesseiro onde eu escondia a cara. Já não conseguia mais conter os gemidos, tendo aquela pica deslizando sobre minha bunda e meu pau massageado por sua mão. De súbito, porém, César se ergueu, ficando de joelhos. Suas mãos me seguraram pela cintura e me ergueram abruptamente, me deixando de quatro na sua frente. Quando fiquei de joelhos também, sem entender o que ele queria, ele empurrou minhas costas novamente até que eu estivesse só com a bunda empinada. Seus dedos afundavam na minha pele enquanto ele me agarrava com força e voltava a sarrar. A cama tremia com os movimentos que fazia, quase como se me fodesse de verdade. Até que, durante uma pausa, o senti dedilhar minhas pregas. César não disse nada, apenas parecia explorar com curiosidade, esfregando a ponta do dedo e apreciando.

Foi após esse momento que, novamente, ele tentou abrir minha bunda, fazendo com que meu cu se abrisse com mais facilidade do que ele esperava. Esfregou o dedo indicador no meio da minha bunda, descendo até meu períneo, repetindo várias vezes, sempre forçando mais quando passava sobre meu ânus. Em uma dessas vezes, forçou o suficiente para entrar e me ouviu gemer, ainda que eu não tenha feito intencionalmente. Puxou o dedo e fez o novamente, enfiando o polegar, sem dificuldade também. César parecia hipnotizado no que fazia e eu sentia meu pau pulsando com o estímulo que eu recebia. Só me toquei que César estava explorando quando ele perguntou, de forma retórica, se Caio já havia metido ali. Se ele desconfiava, toda aquela análise o deu a certeza. Eu me calei inicialmente mas depois tudo que fiz foi mover a cabeça, afirmativamente. César riu mas, tomado por um ânimo estranho, do nada encostou a cabeça na minha bunda e cuspiu sobre meu cu, bem de perto, deixando a baba escorrer para dentro.

César se ergueu e mandou que eu fizesse o mesmo. Dizendo que eu já ter experiência facilitaria “as coisas”. Ele se abaixou do lado da cama, onde havia deixado algo, e pegou uma camisinha e um pote de creme que eu desconhecia. Mandou que eu passasse na bunda enquanto ele se ajeitava na cama, de pau erguido e sorriso eufórico, desenrolando a camisinha sobre o próprio pau. Eu não fiz nada, apenas observando, incrédulo da guinada que aquilo havia dado. De alguma forma eu ainda achava estranho, haja visto que nunca tínhamos feito nada, e agora ele pedia que eu sentasse sobre o pau dele. Apesar disso, porém, era evidente que eu queria, meu corpo pedia. César me puxou pela mão e tomou o creme, dizendo que passaria e mandando eu me virar. Pôs sobre a mão e, enquanto estava deitado na cama, seus dedos deslizaram sobre minhas pregas, me penetrando vez ou outra, enquanto espalhavam o creme. Quando terminou, se posicionou no meio da cama, segurando a pica e me encarando enquanto mandava eu me sentar. Fui lento, meio descrente do que aconteceria, e montei sobre ele. Meu receio era também por nunca ter feito daquele jeito, das vezes que Caio me comeu era sempre de pé apoiado na parede. Quando passei as pernas sobre César, ele segurou em minha cintura e me desceu em direção a sua pica. Abri a bunda e a direcionei e tentei sentar, sentindo-a deslizar com mais facilidade do que eu esperava, me deixando sem ar enquanto eu descia temeroso. Não doía mas, apesar disso, a impressão era diferente do que eu estava acostumado, forçando minhas pregas ao seu limite. Quando terminei de sentar, eu encarava César com a boca aberta enquanto mordia os lábios e apertava minha cintura. Apoiei as mãos sobre seu peito e ele mandou que eu me movesse, o que eu fiz devagar, sentindo toda a pica se mover novamente enquanto parecia não ter fim.

Foi quando comecei a me mover mais, aos poucos descobrindo novos alcances de prazer. César revirava os olhos e eu não conseguia parar de encará-lo, muito embora a minha mente se focasse totalmente nas sensações que eu tinha. O modo como a pica escorregava sem qualquer dificuldade, deslizando entre minhas pregas ainda que elas sentisse a pressão, arrepiava meus pelos, sobretudo quando ela socava mais fundo. As mãos de César me agarrando e forçando meu corpo para baixo igualmente me excitavam, como algum tipo de manifestação de desejo e querer. Sem perceber, eu arranhava sua pele, tentando me agarrando a ele tal como fiz com os lençóis momentos antes. Minha pélvis suava e meu suor se mesclava ao suor de César, misturando-se com o creme que havia sido passado em minha bunda e a lubrificação da camisinha. Meu pau sacudia e batia sobre César conforme o ritmo aumentava e eu me tornava mais confiante, cavalgando com mais força e domínio. Minhas forças se esvaíam enquanto eu revirava os olhos e me perdia naquela sensação, meu corpo queimando em brasas e sensível  a qualquer toque. Até que em certo momento César mandou que eu me erguesse um pouco, sem deixar o pau dele sair da minha bunda, e eu ergui a cintura com os joelhos apoiados, pondo os braços paralelos ao ombros dele. Foi aí que, mesmo embaixo de mim, César segurou-se com mais força em minha cintura e passou a erguer a pélvis dele, com força, fodendo meu cu enquanto nossos corpos estalavam e meu corpo era sacudido. Ele se esforçava para aquilo e eu gemia, já sem controle, enquanto cada estocada socava aquela pica dentro de mim. Meus braços começaram a vacilar, bambos, enquanto César mantinha o ritmo. Eu iria gozar e tentava resistir. Mas antes que ocorresse, César caiu esbaforido sobre o colchão.

Eu também me vi sem ar e fiquei sem me mover só o encarando enquanto ele retomava as forças. Seu pau com a camisinha pela metade encostando no meu saco. Meu cu piscando clemente. Não demorou muito até que ele me empurasse para o lado da cama e se erguesse, me deixando confuso mas, sem forças para reagir, não falei nada. Foi então que ele mandou que eu ficasse tal como no início, de barriga para cima e pernas abertas e eu, com esforço, me deitei tal como ele havia pedido. O via ajeitando a camisinha e se aproximando, concentrado, enquanto eu passava os braços por baixo das pernas e abria a bunda esperando a pica. Logo senti a glande encostar e deslizar sem dificuldade, ainda que a posição fizesse com que aquilo fosse um pouco mais desconfortável inicialmente.  Depois de encaixado, César se ergueu me encarando, gemendo entre os dentes enquanto movia a pélvis e encaixava o restante do pau. Segurou em minhas pernas e começou a se mover, socando a vara dentro de mim enquanto aumentava o ritmo e fazia com que meu corpo deslizasse – me segurando pelas pernas para que eu não fugisse. Segurei em meu pau enquanto meus olhos reviravam e aquela pica massageava meu cu por dentro, esfregando-se contra minha próstata. Comecei a me masturbar e em um momento que abri os olhos e encarei César erguido na minha frente, o vi sorrindo. Começou a bombar mais forte, mais selvagem, mais rápido. Sua pélvis estalando contra minha bunda em cada botada que me dava. Meus pés davam indício de cãibra graças a posição, e meus dedos se curvavam. Mas eu não ligava. Sentia o início da explosão se fazendo enquanto meu pau pulsava na minha própria pau. Os gemidos roucos de César igualmente pareciam servir de incentivo, quando dei por mim, tentei segurar o gozo, soltando um gemido prolongado entre os dentes, mas o espirrou sobre meu peito e barriga se fez e eu relaxei em seguida, gemendo fino e arfando enquanto César continuava me comendo. Aquilo parecia prolongar a sensação e eu tinha vontade de me contorcer sobre a cama enquanto meu corpo parecia derreter. Eu me perdi totalmente ali e naqueles momentos, gemia alto e descontroladamente. Isso deve ter servido de incentivo para César que de súbito se debruçou sobre mim, segurando meu ombro com uma das mãos enquanto me fodia com ainda mais força até que uma última estocada forçou mais contra meu corpo e senti o calor se espalhar dentro de mim enquanto César quase caía sobre mim.

Ele arfava revirando os olhos e sorrindo extasiado enquanto seu pau bombava na minha bunda, esporrando. Quando ele tirou o pau, lentamente, a camisinha havia estourado e parte da porra escorreu pelas minhas pregas e no colchão. Eu não conseguia me erguer, minhas pernas estavam dormentes e meu corpo todo pesava. Eu sequer acreditava direito no que havia acontecido. A sensação mesclava prazer e vergonha em uma contradição confusa. César foi até o banheiro e demorou alguns segundos lá, voltando depois com a pica limpa já, sorridente e sonolento. Indagou se eu não iria levantar, me puxando pelo braço enquanto eu ria sem saber como reagir apropriadamente. Ele me mandou até o banheiro e lá eu me olhava no espelho, com a face em torpor, com goza escorrendo da bunda e na barriga e assim fiquei por alguns segundos, até começar a me limpar. Quando saí, César já estava vestido e a porta estava aberta. Não falamos muito antes de eu ir embora, fora ele ter dito que a amizade entre eu e o irmão dele era maneira e que o segredo estava seguro, mas que eu me lembrasse dele às vezes e o procurasse quando quisesse algo mais forte.

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